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Fóton: Literatura e Outras Partículas
 


SATYRIANAS 2006

 

 

  

Nesta quinta-feira, 2 de novembro, terá início mais uma edição das Satyrianas, um evento com 78 horas de atividades culturais ininterruptas.

 

A organização é feita pela Companhia de Teatro Os Satyros, porém, a novidade nesse ano é a participação de outros espaços culturais como Parlapatões, Next, Companhia do Feijão, Teatro Fábrica São Paulo e Biblioteca Mário de Andrade.

 

Entre as atividades programadas fazem parte: peças teatrais, leituras dramáticas, mostra de vídeo digital, artes plásticas, música e encontros literários.

 

E por falar em encontros literários, eles foram elaborados

por Ana Rüsche e a programação é a seguinte:

 

     Café Literário

3/11 – Sexta-feira - 10h00 – Espaço dos Satyros Um
com: Antonio Vicente Pietroforte, Del Candeias e Fabio Aristimunho

4/11 – Sábado - 10h00 – Espaço dos Satyros Um
com: Paulo Ferraz, Heitor Ferraz e Lilian Aquino

5/11 – Domingo - 10h00 – Espaço dos Satyros Um
com: Andréa Del Fuego, Ivana Arruda Leite e Victor Del Franco

     Poesia ao Entardecer

3/11 – Sexta-Feira - 17h00 – Espaço dos Satyros Dois
com: Ademir Assunção, Eduardo Lacerda e Marcelo Montenegro

4/11 – Sábado - 17h00 – Espaço dos Satyros Dois
com: Claudinei Vieira, Dona Faleiros e Ségio Mello

5/11 – Domingo - 17h00 – Espaço dos Sattyros Dois
com: Cristian de Nápoli, Dirceu Villa e Virna Teixeira

 

E isso é só uma pequena parte da festa.

A programação completa está aqui.

 

escolha o seu programa,

Anote na agenda e compareça

 

Satyrianas – uma Saudação à Primavera - Edição 2006

de 2 a 5 de novembro – 78 horas ininterruptas

 

Locais:
Satyros Um - Pça Roosevelt, 214
Satyros Dois - Pça Roosevelt, 124

Parlapatões - Pça Roosevelt, 214
Next - R. Rego Freitas, 454
Companhia do Feijão - R. Dr. Teodoro Baima 68
Bib. Mário de Andrade - R. da Consolação, 94
Teatro Fábrica São Paulo - R. da Consolação, 1623

 



Escrito por Victor Del Franco às 20h15
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LANÇAMENTO

 

 

  

COLIDOUESCAPO é um livro-poema cheio de palavras-valises que sintetizam a proposta da obra: as páginas soltas podem ser combinadas e recombinadas livremente fazendo com que os fragmentos voca-bu-lares se encontrem e desencontrem formando ora palavras conhecidas, ora novas palavras imprevistas.

 

O leitor participa da obra fazendo as suas escolhas pessoais e definindo os seus próprios significados e interpretações.


Este livro-poema foi lançado, em edição de autor, há 35 anos.
Nesta presente edição, a Amauta Editorial reproduz integralmente o projeto gráfico original.

 

Quando?

31 de outubro (terça-feira)

a partir das 19h30

na Casa das Rosas

 

E nesta semana começa o Satyrianas 2006. Programação completa em breve.



Escrito por Victor Del Franco às 00h33
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NA BALADA 2

 

  

Quem quiser ver algumas fotos da BALADA LITERÁRIA é só dar um mergulho lá no Aquário.

 

Demorou um pouco, mas lá no Medianeiro as fotos também apareceram.

 



Escrito por Victor Del Franco às 02h32
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NA BALADA

 

  

Nem preciso dizer que o assunto desses últimos 4 dias foi a Balada Literária organizada pelo incansável Marcelino Freire (um Jabuti que contraria a natureza de toda a família dos quelônios e vive a mil).

 

Nesse sábado, das três mesas de conversas e leituras, acompanhei duas:

Na mesa das 14h30 os participantes foram Ademir Assunção (mediador), Ana Rüsche, Nicolas Bher, Paulo Scott e Douglas Diegues. A princípio, acho que não havia nenhum tema preestabelecido para discussão mas, logo em sua primeira fala, Douglas Diegues levantou a bola e a conversa começou a girar em torno do espaço (ou a falta de) que a grande mídia abre para a divulgação e debate da Literatura e também da Cultura de um modo geral. Ente as justas reivindicações e lamentações o saldo foi interessante mas destaco a posição defendida por Ana Rüsche com a qual concordo: “Não temos que nos pautar pela grande mídia para fazer o nosso trabalho”. Não recordo exatamente as palavras que ela usou, mas o sentido é esse mesmo.

 

Na mesa das 17h00 estavam presentes Joca Reiners Terron (mediador), Cristian de Nápoli, Juana Bignozzi e Marcelo Barbão. Dessa vez o papo foi sobre a literatura latino-americana, mais especificamente sobre a dos hermanos argentinos. Todos fizeram leituras de seus textos, menos o Marcelo Barbão que preferiu continuar “inédito” e acabou atuando mais como interprete e também falou sobre a proposta editorial da Amauta que é contribuir para a queda do muro de Tordesilhas.

 

Após os debates na Livraria da Vila resolvemos fazer uma parada rápida num bar da Vila Madalena antes de seguir na Balada Literária lá no Espaço dos Parlapatões na Praça Roosevelt. Mesa cheia e vamos que vamos. Detalhe 1: o churrasquinho com queijo estava muito bom.

 

(continua)



Escrito por Victor Del Franco às 18h07
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No Espaço dos Parlapatões a atenção principal foi para o lançamento dos quatro primeiros livros da Coleção Bactéria (Alaúde / EraOdito EditOra) a saber:

- A mulher e o cavalo (Adrienne Myrtes)

- Dona Estultícia (Gabriela Kimura)

- Mamãe não voltou do supermercado (Mário Bortolotto)

- Brothres Cactus (coletânea com 18 contistas da Praça Roosevelt)

 

Mas não foi só isso, o clima era de “tudo ao mesmo tempo agora” com vários outros lançamentos, entre eles: Revista Bagatelas no 3 (Rio de Janeiro), Revista de Autofagia (Belo Horizonte) e livros do grupo Jovens Escribas (Natal), além disso, algumas leituras também foram feitas no meio de toda aquela abençoada algazarra. Detalhe 2: o Raphael Vidal disse que conseguiu vender Bagatelas suficientes para comprar a sua passagem de volta ao Rio. Detalhe 3: havia uma mesa de bilhar lá nos Parlapatões e alguns escritores e poetas (entre eles Paulo Ferraz e este que vos escreve) resolveram demonstrar o seu “talento” na composição de duas ou três tacadas de mestre. Vou poupar os leitores desse blog e evitar qualquer comentário sobre as tais tacadas.

 

Quando o Espaço dos Parlapatões literalmente fechou as portas, a Balada prosseguiu pela madrugada em um bar que fica no Edifício Copan. Prato principal: Palíndromos. Nem me arrisco a dizer como a história começou, isso é capaz de gerar uma briga de casal (Fábio e Ju Aristimunho) com resultados dramáticos e eu não quero me responsabilizar por um matrimônio desfeito. Entretanto, o fato é o seguinte: o melhor palíndromo da noite, sem dúvida alguma, foi o da Carol Marossi:

 

Constatação

 

O terrível é ele vir reto.

 

 

Abraços a todos e até a próxima Balada.



Escrito por Victor Del Franco às 18h03
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OITO VEZES OITAVAS

 

  

1.  Elisa Andrade Buzzo, Victor Del Franco, Ana Rüsche e Vanderley Mendonça

 

2. Paulo Ferraz e a poesia como ela é: Rodrigueana

 

3. Luiz Roberto Guedes: “Hola, Herrerasaurus”

 

4. Cristian de Nápoli: “Me invitaron a um museo, llevé cuadros”

 

5. Erika e Paty    a PUC bem representada

 

6. Casal Aristimunho    Ama, até o poeta ama. (Palíndromo alheio)

 

7. Lílian Aquino e Eduardo Lacerda 

 

 

8. Astrônomo entre poetas



Escrito por Victor Del Franco às 03h27
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OITAVAS

 

  

No próximo dia 10 (terça-feira), acontecerá o lançamento do OITAVAS que é o segundo livro do selo Demônio Negro. Um projeto editorial de Vanderley Mendonça.

Quem conhece o livro DOZE (que terá sua 2ª edição lançada no mesmo dia) já sabe da qualidade gráfica desse projeto, ou seja, são livros feitos à mão, com capa dura e em tiragem limitada, ou melhor, limitadíssima.

 

Portanto, é recomendável chegar cedo para garantir o seu exemplar.

 

Autores participantes:

- Ana Rüsche

- Cristian de Nápoli

- Elisa Andrade Buzzo

- Luiz Roberto Guedes

- Paulo Ferraz

- Pepe Valdez

- Sergio González Valenzuela

- Victor Del Franco

 

Onde?

 

Na Casa das Rosas

Av. Paulista, 37 (Metrô Brigadeiro)

A partir das 19 horas

 

(continua)



Escrito por Victor Del Franco às 20h05
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Dois poemas que estarão na coletânea

 

 

Lugar comum 21: O dogma

 

Moramos num país de futuro.

 

A letra de nossa bandeira

silencia,

como um trem fora de moda,

qualquer conversa de bar sobre os tiros que ouvi ontem à noite.

 

Ana Rüsche

 

 

 

Esplendor

 

Roda laranja, me cega,

porque o que eu vejo é fogo

– ardência proibida –

na umidade lilás

do pôr-do-sol.

 

Por que insistir nesse desnudamento

impalpável –

 

assisto-a por entre

árvores

e prédios

brincando de esconde-esconde

 

– se poderá, com longos raios

abrir ferida na retina

já tão descolada.

 

Roda, roda laranja,

revira volta a fortuna.

 

Elisa Andrade Buzzo



Escrito por Victor Del Franco às 20h02
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