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Fóton: Literatura e Outras Partículas
 


PALINDROMIZAR

 

Só posso dizer uma coisa em minha defesa:

Os mentores intelectuais, únicos culpados e diretamente responsáveis por este grave delito são os acadêmicos Fábio Aristimunho e Guilherme Almeida de Almeida.

 

Após muitas tentativas fracassadas, confesso que cometi um palíndromo apresentável.

 

 

Testemunha ocular

 

Nos relate logo o gol e tal, Erson.

 

 

Que a minha pena seja leve.

 

 

P.S.: existe uma segunda versão deste mesmo palíndromo, alguém arrisca um palpite?



Escrito por Victor Del Franco às 16h04
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AQUI TEM COISA

 

Nesse domingo, 26 de novembro, a partir das 10 da manhã

na Casa das Rosas terá início a SUPERCOISA 00.

 

 

 

Confira a programação

 

Durante o tempo todo:
- Feira de Livros da Rato de Livraria


10h: Oficinas

- Oficinas de Poesia e Palíndromo
Com Fábio Aristimunho e Guilherme Almeida de Almeida.

- Oficina: Blog e Literatura
Com Roberto Taddei

 

14h: Lançamento do livro de Dona Faleiros


14h: Fazer sua própria publicação
Um bate-papo com editores e pessoas ligadas à área editorial que darão dicas de como fazer a sua própria publicação.


16h: Literatura Latino-Americana e o Muro de Tordesilhas


Lançamento da Edição Especial

O Casulo – Jornal de Poesia Contemporânea

 



 

Outras COISAS também estão programadas, venha conferir.

 

Casa das Rosas

Avenida Paulista, 37

Metrô Brigadeiro



Escrito por Victor Del Franco às 01h43
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O CASULO 4

SALVAGE

 

  

O Casulo - Como foi a passagem de uma escrita literária em português para o portunhol selvagem? O portunhol já era parte de sua vida falante, e daí a escrever algo que é falado foi um processo gradual, acabou acontecendo naturalmente?


Douglas Diegues - Escrevi mais de duzentos ou trezentos mil poemas em português. Pero después queimei tudo lo que escrevi em português. Outro dia achei umas coisas em português e toquei fogo. Por quê? Porque mio português sempre em pareceu uma coisa falsa, impostada, séria. Enton um dia brincando com las possibilidades, comecei a experimentar sonetos en portunhol. Ya tinha lido o Mar Paraguayo, de mio compadre Wilson Bueno. E já vinha lendo Glauco Mattoso desde os 18 anos. Y comecei a mesclar português e espanhol em sonetos selvagens. Não como um escritor sério. Mas como um menino irresponsável que non consegue se levar a sério como escritor e nem consegue levar a sério escritores que se levam muito a sério... Então comecei a fazer esses sonetos selbajens. Y u Glauco Mattoso los publicou em suo Sonetário Brasileiro al lado de poetas que eu gosto, como u João Filho y otros y de grandes boludos de la poesia brasileira, como Gonzalves Dias. E ainda por cima u grande Glauco, um cara que realmente sabe de las cosas, escreveu um par de palabras falando umas coisas daqueles sonetos que me deixaram muito feliz. Non era um bundon de la academia dando uma di gostozo às mias custas. Era u Glauco Mattoso, um poeta que eu admiro pra caralho, competente pra cacete, que non tem ressentimento nem medo da rima porque rima sempre rimas du caralho, y eu achei aquilo legal, u Glauco, puerra, um cara que até pouco tempo nem editores nem academias conseguiam engolir. Entom a Jussara Salazar y u mio nuebo amigo de infanzia, u Fábio Campana, me pediram um livro inédito, e eu les enviei u Dá Gusto Andar Desnudo Por Estas Selvas [Curitiba, Travessa dos Editores, 2002]. Quando liguei pra perguntar o que habíam achado, a Jussara me disse que o livro ya estaba no prelo. Enton yo fiquei muito contente. Y u libro fue publicado. Y u Manoel de Barros me escreveu uma carta hermosa dizendo que yo por fim había encontrado mia linguagem, mio modo próprio de fazer la coisa acontecer, que era pra eu continuar usando u meu esperma y u sangre du mio propio corazom. Y después todo fue muy lindo. Es muy gozoso para mim escribir em portunhol selbagem. Es muy fresco. Agora estou sendo iniciado en el mundo de la kumbia kurepi pelo mio amigo Javier Barilaro. Y isso vai fazer muito bien pru mio portunhol. Outra coisa, yo nunca quis inbentar uma lengua nueba, uma espécie de nuebo esperanto, quem dice isso non entendeu porra ninguma. Yo solo inbentei um brinquedo para me dibertir con mis amigas, mis amantes, mis amadas, mis queridos amigos. Normatizar u portunhol seria ponerlo en una guilhotina. O portunhol es free. Cada uno que se lo inbente como se le cante las pelotas.

 

*****

 

Trecho da entrevista que foi feita por Elisa Andrade Buzzo com Douglas Diegues para a próxima edição do jornal O Casulo.

 

(continua)

 



Escrito por Victor Del Franco às 12h13
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Você já deve estar sabendo, mas não custa nada reforçar:

 

Esta será uma edição especial dedicada à poesia latino-americana e o lançamento acontecerá no dia 26 de novembro na Casa das Rosas, ou seja, uma das mil coisas da supercoisa 00.

 

*****

 

Um dos Sonetos Salvages de Douglas Diegues

 

 

para Lobo Antunes la cosa também es diferente
literatura – qualquer literatura
tiene que tener esperma
si non – simplesmente – non conbence

comparto com el tal Lobo Antunes
de esa verdade inbentada –
sin esperma la literatura
non fede ni cheira ni nada

literatura – escritura – cualquier literatura
sin esperma
parece orina – frase impostada – conbersa
mole – enganación – guevo falso – falsa locura

Douglas Diegues ou Lobo Antunes, poco importa quem hoje canta

[la pelota en la gran feira literária brasileira

literatura con esperma es mucho más berdadeira...



Escrito por Victor Del Franco às 12h11
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O CASULO 4

 

  

Muita fé e algum rímel: outubro de poesia no Chile

 

Há milhares de espécies de mariscos na costa do Chile. Mais que em qualquer outra parte do mundo, dizem seus habitantes. Apesar da abundância, o Chile não ostenta o título de país dos mariscos. “Chile, país de poetas” é uma frase que você pode ouvir a qualquer momento, vinda de qualquer chileno em idade escolar.  E como discordar, ainda que os mariscos sejam deliciosos, inesquecíveis e cobiçados até pelos japoneses, cujos barcos de pesca se acercam desse longilíneo país? Dois poetas chilenos ganharam o Nobel de literatura: Gabriela Mistral, em 1945, e Pablo Neruda, em 1971. A tradição poética, forte, vinha de muito antes de esses dois. Frase ilustrativa do orgulho que sentem os moradores deste país é uma provocação aos vizinhos argentinos: “Nós temos os poetas; vocês, os prosadores”. E nós, brasileiros, decerto temos Vinícius e dois Ronaldos.

 

* * * * *

 

Trecho inicial da matéria que foi enviada por Angélica Freitas para a quarta edição do jornal O Casulo.

 

Esta será uma edição especial dedicada à poesia latino-americana e o lançamento acontecerá no dia 26 de novembro na Casa das Rosas, ou seja, uma das mil coisas da supercoisa 00.

 

Quer saber mais?

 

É só clicar aqui.



Escrito por Victor Del Franco às 00h43
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MIL COISAS

 

 

 

  

EM BREVE NA CASA DAS ROSAS

 



Escrito por Victor Del Franco às 01h54
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CAFÉ COM LETRAS

 

  

Café na praça 1

 

 

Café na praça 2

 

 

Café na praça 3

 

Um brinde aos Satyros

 

 

Inflamável

 

 

Chegando de fininho

 

 

Satyrianos

 

 

Café na praça 4

 

 

Café na praça 5

 

 

Mais fotos e comentários sobre as Satyrianas 2006 estão aqui.



Escrito por Victor Del Franco às 01h42
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